Ana Cristina Brandão dºAlmeida Ferreira Lavender nasceu em São Tomé e Príncipe, em Março de 1958, onde passou os primeiros anos até ao início da sua adolescência para regressar a Braga, terra natal de seu pai e da família da sua mãe, onde reside actualmente. Possui dupla nacionalidade.

Concluiu o seu curso inicial do Magistério Primário de Braga, em 1976, aos dezassete anos, leccionou durante trinta e sete anos em duas escolas do ensino primário. A par da sua actividade lectiva era formadora de docentes em exercício, em colaboração com os serviços da Inspecção Geral de Ensino e, posteriormente, como formadora registada no Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua.

No final da década de oitenta iniciou a integração de computadores em contexto de sala de aula no 1º ciclo do ensino básico e foi premiada pelo Instituto de Inovação Educacional com o 1º lugar na categoria de Projectos Centrados em Actividades de Complemento Curricular.

Outra vertente da sua actividade profissional está centrada na educação de adultos, e na formação de professores em exercício em países estrangeiros, com workshops em áreas educacionais: Departamento de “Computer Studies” na Universidade Chulalongkorn, em Bangkok; An approach of the Portuguese Curriculum “Curricular, Stimuli For Art Work” – Savonlinna, Finland; Faculdade de Educação na Universidade Nacional de Timor Lorosa’e em Díli, nas áreas da ciência experimental, língua materna, matemática e liderança na escola.

Proferiu ainda comunicações em conferências em países como Espanha, Escócia e Holanda.

O seu interesse pela escrita começa logo na primeira infância em São Tomé e Príncipe, pela influência de sua mãe, e alguns anos após o seu regresso a Braga, com os seus pais, continua a escrita de pequenas histórias, peças de teatro e poesia, algumas das quais foram publicadas ainda antes do 25 de Abril de 1974, no Jornal Diário do Minho, na rubrica “Página Solta” a cargo do jornalista Luís Felipe.

Em Junho 1975 é convidada a deslocar-se a São Tomé e Príncipe como jornalista para cobrir a independência daquele país em representação do mesmo jornal, mas foi-lhe recusada a viagem devido a ligações da sua família com o regime colonial. De Janeiro de 2011 a Dezembro de 2012 continuou a colaborar com Diário do Minho na rubrica “Opinião” e “Página Cultural”.

Nos dois anos mais recentes tem-se dedicado exclusivamente a actividades no campo da escrita de textos em prosa e poesia a marcar assim o começo de uma nova carreira, com ligações estreitas à sua terra natal, ao seu país adoptivo e ao seu gosto por viagens.. Saber Esperar é a sua primeira obra na “Colecção: Viagens na Ficção da Chiado Editora – Julho de 2013.

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