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se este amor proibido
entrar de manso no ventre
fica a minh’alma mais triste
por não te poder tocar na fronte
porque tua fonte não existe

e banho-me de vestes compridas
que se colam no corpo desnudo
marcam-se as formas secretas
que a cegueira da paixão revela
e o mundo inteiro condena.

adormeço enlaçada nos ramos fortes
com teu perfume nas folhas
no murmúrio do vento inspiro, trémula
tão ardente e doce fragrância
não hesito por tanto te querer
e nesta força ciclónica do espírito
em comunhão do sentir de peles
entra a comunhão orbital
que te leva em ondas universais

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