como esteve o tempo, por aqui, e mais umas entrelinhas que não saem da cabeça
Olá, esteve um lindo dia e vão continuar assim, solarengos lindos e quentes, os dias cá por Braga, de acordo com o Google.pt, portanto, desfrutem, cumpram o vosso jejum pascal e não se esqueçam das orações, que, como muito bem sabem, podem ou não ser ouvidas, conforme cheguem ou não ao destinatário.
Agora fechem os olhos, imaginem que estão na Síria, a ser bombardeados com armas químicas. Um, dois, três, agora.
Já podem abrir os olhos. Aconteceu hoje, mais uma vez, foi horrível de se ver na CNN e na Al Jazeera, crianças de todas as idades a não conseguirem respirar e a morrerem com falta de ar e mais outras complicações, mas a maior parte delas sem um beliscão, ou seja, o ataque não feria por fora, era sim para matar com um gás venenoso toda a população civil daquele lugar. Entretanto via-se, imaginem mais uma vez, um dois três, agora, pais, mães e outros profissionais que faziam tudo de tudo, com os nadas que possuem naquelas precárias condições, tentando reanimar aqueles corpos inocentes.
Não, não consigo imaginar como terá sido lá no lugar, mas tudo o que vi e ouvi, ecoa neste cérebro, em rodopio, incluindo as palavras do médico responsável ao afirmar que o que viveu hoje, naquele lugar, foi a mais horrenda experiência de sempre. Temos mais um holocausto aqui por este planeta terra e não se não me parece que vá ficar por aqui.

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