o natal, uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma
 
Dei-te mãos cheias de tudo. E tu.
Dei-te mãos cheias
de linhas de pensamento,
linhas da vida,
linhas dos marcos que pisei,
linhas cartografadas de mapas
sofrimento dos passos de meu povo,
linhas mais fundas, são hoje.
Dei-te mãos de vida. E tu.
Que me deste.
 
31 de maio de 2014
CRISTINA BRANDÃO LAVENDER
All original content on these pages is fingerprinted and certified by Digiprove