O senhor tinha o dever de negociar as medidas de austeridade de forma a ajudar o povo português, mas escolheu o direito de defender os interesses da banca e dos países mais ricos. O senhor tinha o dever de se colocar na pele dos que querem trabalhar e ter um futuro no seu país, mas escolheu o direito de os fazer emigrar e ir mostrar a sua competência para fora de Portugal. O senhor tinha o dever de não aceitar as políticas económicas que aumentam o défice e conduzem a sacrifícios inúteis, mas escolheu o direito de ir pelo caminho do discurso manipulador do “estamos no bom caminho”, com os cofre cheios, com a dívida a diminuir ou seja, exerceu o dever de encher os portugueses de mentiras. O senhor tinha o dever de acautelar os fundos do dinheiro dos portugueses e escolheu o direito de continuar com a roubalheira descarada do dinheiro do estado, dinheiro esse que teve o direito de ir “rapidamente e em força” para os bolsos dos políticos, da banca e das PPP.

Sr. primeiro ministro, o estado somos nós, trabalhamos e pagamos os nossos impostos, temos o dever de não nos deixar manipular e o direito de não gostar de si e de todos os que nos roubam.

Parece que a Grécia percebeu mais de economia do que o seu governo e respondeu: OXI ou seja NÃO.

Cristina Brandão Lavender, em 5 de Julho de 2015 às 17:49

 

 

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