Hoje ao ouvir partes da cobertura do “Mandela’s Memorial” ouvi um jornalista (não sei qual a cadeia de televisão, mas a cobertura era em Inglês) fazer a seguinte declaração: “Não sei o que corre na água ou no solo dos Estados Unidos da América para que haja oradores tão brilhantes e geniais. (Referindo-se a Obama, Luther King e outros.) Se fosse dona daquela estação chamá-lo-ia para lhe dizer: 
“Decora as frases que mais gostaste do discurso e vem aqui amanhã dizê-las.”
Fosse qual fosse o resultado sei que  
“Como vês não corre na água e não está nos solos. Está na alma. Está na lucidez, no sentido de serviço que essas tèm para com a humanidade. Está no carácter dos homens. Esses agem em favor dos que realmente precisam deles: firmes, convictos, generosos. E isso consegue-se porque também se aprende a amar. Como vês encontrarás a água que corre nos solos que essas pessoas pisam, mas só quando compreenderes isto, e principalmente quando quando sentires assim poderás fazer discursos como, Mandela, Luther King, Ghandi e outros.”

                                                                               CRISTINA BRANDÃO LAVENDER
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