Micos e Quicos a conversarem

Sempre sonhei ter um exemplo prático, palpável, irrefutável sobre a diferença entre conceito de instinto e de educação. Encontrei-a nesta foto do Quico (o cão) e do Mimos (o papagaio).
Estes dois lindos animais a brincarem alegremente, na sala de estar da casa da minha irmã Quicas, deram-me a resposta que há muito tempo perseguia.

Mimos deita a comida para o cao comer  e ele gosta

Apresento-vos o Quico e o Mimos. Um cão e um papagaio educados em família, habituados um ao outro, a aceitarem-se como seres diferentes, com linguagens diferentes, com atitudes diferentes, de meios muito diferentes. Brincam e convivem. Consentem-se na sua diversidade. Não tentam imitar-se um ao outro. Estão educados. Não fora isso e o Quico e o Mimos, encontrando-se em ambiente natural, usariam do seu instinto também natural e perseguir-se-iam até à morte. Eles suplantaram o seu instinto no DNA através da educação no seio da família. Eles são educados.
Não menosprezem o poder da educação. Não a asfixiem nem a manipulem. Não dividam para reinar. Um país que não investe em educação é um país com um futuro delinquente. Um país que não investe em saúde é um país com um futuro doente.
Que queremos para o nosso país?
Que queremos para o mundo?


CRISTINA BRANDÃO LAVENDER
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