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No banco da avenida sentem-se linhas de almas sentadas, com sorrisos, lágrimas ou simplesmente penduradas no tempo, por partilhas de conversas, carícias e pensamentos, em olhares vagos, nos devaneios, nos que desafiam os destinos, nos que param, nos que descansam, nos que se perdem e nos que se encontram. São bancos, são linhas de almas, na avenida, em Braga.
13/04/2016

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