“Adoro a palavra “mesmo”. É definitiva, não deixa lugar a retaliações ou dúvidas e, sempre cheia de incertezas, a vida é isso mesmo: uma variável instável: amo-a. Mesmo. A palavra “mesmo” deixa, por isso mesmo, alguns factos definidos e claros e, tal como o nome de Deus, não se pode usar em vão.
— A humanidade não é grande coisa: mesmo.
É só olhar à nossa volta e procurar as poucas coisas que fazemos para transformar tal afirmação numa mentira.”

Cristina Brandão Lavender

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