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“Sou pertença de uma inquietude permanente. Uma inquietude que desperta, ao mesmo tempo que magoa já que, hoje e desde sempre, o mundo nos desafia a atitudes nem sempre compreendidas, nem sempre aceitas, nem sempre esperadas. No entanto, posso-o afirmar agora, essa inquietude é responsável pelo olhar atento, pela fome de saber, por uma procura constante de respostas. Não somos donos do nosso destino, mas somos os senhores dos nossos caminhos, e, nos meus, a inquietude vive, mesmo ali ao lado. E sempre à procura de uma harmonia que me faz sorrir, quando (e se) encontrada.”

Cristina Brandão Lavender

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