“Não ultrapassava. Não ultrapassava a ausência do amor. A ausência de sentido. Tudo faria para parar o tempo um décimo de segundo. Um décimo de segundo de tudo seria o suficiente. Um décimo de segundo de tudo era só o que precisava. Um relance. Um piscar de olhos atrás. Um tempo de pensamento. Estava definitivamente perdido. Perdido de si. Perdido do mundo. Morto vivo.”

in “Saber Esperar” de Cristina Brandão Lavender

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